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MPBA deflagra Operação “Parasita” contra esquema de desvio de verbas no Hospital Regional de Eunápolis.

jul 2, 2026

MPBA deflagra Operação “Parasita” contra esquema de desvio de verbas no Hospital Regional de Eunápolis.

A operação é resultado de investigação instaurada para apurar o desvio de recursos públicos por meio de fraudes em contratos, emissão de documentos fiscais com valores superfaturados, apropriação ilícita de verbas públicas e possível ocultação da origem dos valores obtidos de forma ilegal.

Durante o cumprimento das medidas judiciais, foram apreendidos notebooks, celulares, tablets e diversos documentos que poderão contribuir para o aprofundamento das investigações, bem como para a identificação de outros possíveis envolvidos.

O nome da operação faz referência ao modo de atuação dos investigados, caracterizado pela suposta apropriação indevida de recursos públicos destinados à saúde, comprometendo a prestação de um serviço essencial à população em benefício de interesses particulares.

A operação ocorre justamente no mesmo período em que Eunápolis realiza o maior evento festivo financiado com dinheiro público. Enquanto as forças de investigação avançam sobre possíveis irregularidades e desvios, o contraste chama a atenção da população.

Nos bastidores do alto escalão da cúpula da prefeitura de Eunápolis, na noite desta quarta-feira, o clima foi de campanha eleitoral. Como mostra as imagens, integrantes do governo estariam usando o chamado “santinho” com nome de políticos da deputada Cláudia Oliveira e do deputado federal Diego Coronel.

O cenário reforça o debate sobre prioridades na gestão pública, especialmente em um momento em que operações conduzidas por órgãos como o Ministério Público e forças de segurança têm como foco o combate a esquemas que podem envolver recursos destinados a serviços essenciais.

A operação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco Sul) e pela 3ª Promotoria de Justiça de Eunápolis.

Segundo os promotores responsáveis pelo caso, as medidas cautelares tiveram como objetivo preservar provas e garantir o andamento das investigações. O procedimento segue sob sigilo judicial e novas diligências poderão ser realizadas a partir da análise do material apreendido.

Por: Giro de Notícias

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